setembro 22, 2026

Representante dos EUA liga terrorismo à esquerda radical em reunião ministerial

Equipe Paulo Figueiredo Show

Em um encontro ministerial de relevância internacional sobre o recrudescimento do terrorismo político, um proeminente senador dos Estados Unidos fez uma declaração contundente, associando a origem do terrorismo moderno à esquerda radical. O senador Marco Rubio afirmou que grupos terroristas são impulsionados por um “ódio peculiar e único pela civilização”, direcionando seus ataques ao Ocidente devido à rejeição intrínseca dos valores e conquistas que fundamentam esta civilização. A discussão levantou a necessidade de reavaliar as abordagens tradicionais ao contraterrorismo, que, por muito tempo, mantiveram um “ponto cego” em relação à violência política de viés esquerdista. A fala detalhou a ideologia e as motivações por trás desses atos, destacando a complexidade e a natureza transnacional de uma ameaça que, segundo o orador, está se intensificando globalmente.

A ameaça velada do terrorismo de esquerda radical

O senador Rubio descreveu o terrorismo de esquerda radical como uma manifestação de ódio profundo e um “mal peculiar e único”, movido por um ressentimento contra a civilização. Para ele, essa violência política representa “uma revolta do pior contra o melhor, uma revolta do fraco e do covarde contra o forte e o bom”. O cerne dessa ideologia, segundo o representante americano, reside na incapacidade de construir ou criar, levando seus adeptos a recorrer à destruição para impor sua frustração à sociedade. O discurso em favor da igualdade, da justiça e da libertação, nessas circunstâncias, serviria como uma fachada para o objetivo real de desmantelar as maiores realizações do Ocidente.

A visão do ódio à civilização

Ao aprofundar-se nas motivações ideológicas, Rubio salientou que a esquerda radical adota diversas bandeiras, como anticapitalismo, anti-imperialismo, comunismo, anarquismo e marxismo, adaptando-se a diferentes contextos, mas mantendo um objetivo comum: a subversão da ordem estabelecida. Ele refutou a ideia de que essas correntes só falham na prática, argumentando que a própria teoria já é falha. A ideologia que as sustenta projeta “um mundo sem coragem, criatividade ou ambição” e “um mundo sem Deus”, um cenário que, para o senador, “não soa bom nem mesmo em teoria”. Os alvos desses ataques são frequentemente os símbolos físicos e espirituais do poder, da invenção e da realização ocidental, como oleodutos, ferrovias, redes de energia e laboratórios, demonstrando a intenção de desestabilizar e destruir a infraestrutura civilizacional.

O histórico e o ponto cego do contraterrorismo

Por mais de duas décadas, a doutrina de contraterrorismo ocidental concentrou-se primordialmente na luta contra o extremismo radical islâmico, impulsionada por eventos traumáticos como os ataques de 11 de setembro de 2001 e subsequentes atentados na Europa. Embora essa estratégia tenha sido largamente bem-sucedida em reduzir a ameaça jihadista, o senador Rubio destacou um “ponto cego” alarmante: a violência extremista da esquerda política. Essa forma de terrorismo, segundo ele, tem sido sistematicamente desconsiderada ou minimizada por grande parte da imprensa, academia e instituições, sendo rotulada como “delírio da direita” ou “teoria da conspiração fascista”, apesar da crescente evidência factual.

Uma nova onda de um mal antigo

O senador apresentou uma série de exemplos que demonstram a seriedade dessa ameaça, tanto no passado quanto no presente. Ele recordou os ataques sofridos na Grécia, onde uma idosa foi morta em sua casa por um coquetel molotov; o apagão em Berlim, que causou a morte de uma mulher de 83 anos; e o espancamento fatal de um jovem em Lyon, França, todos atribuídos a militantes de extrema-esquerda. Historicamente, Rubio mencionou a brutalidade de grupos como Tupamaros, Montoneros, FARC e Sendero Luminoso nas Américas, e as Brigadas Vermelhas na Itália, a Fração do Exército Vermelho na Alemanha e a Organização 17 de Novembro na Grécia. Nos Estados Unidos, o Weather Underground, o Black Liberation Army e o Symbionese Liberation Army foram responsáveis por milhares de atentados a bomba nas décadas de 1970 e 1980, com a extrema-esquerda sendo responsável por 93% dos ataques terroristas no Ocidente nesse período. Hoje, o senador alertou para uma “nova onda desse velho mal”, com ataques e conspirações terroristas de esquerda aumentando acentuadamente nos EUA, e crescimentos significativos na Alemanha e na Grécia. Ele citou ataques a agentes de imigração, tiroteios, tentativas de assassinato contra figuras políticas e o assassinato de ativistas conservadores, todos indicando uma escalada perigosa.

A natureza transnacional e a resposta conjunta

A complexidade do terrorismo de esquerda radical é agravada por sua natureza transnacional. O senador enfatizou que não se trata de células isoladas, mas de “redes interconectadas” que operam além das fronteiras nacionais. Militantes de grupos como o Antifa e seus simpatizantes viajam e coordenam-se internacionalmente, compartilhando infraestrutura, propaganda, materiais de treinamento e informações sobre alvos. Essas redes clandestinas utilizam abrigos seguros e fundos transnacionais para sustentar suas operações, desafiando a soberania e a segurança dos países.

Rede global de destruição

Além da coordenação entre grupos extremistas, a ameaça é potencializada pela colaboração com “estados estrangeiros hostis”. O senador citou as redes de facções iranianas e a vasta rede de inteligência e ideológica do regime cubano, que, segundo ele, têm desempenhado um papel crucial no desenvolvimento da extrema-esquerda em diversas nações. Essa interligação permite que terroristas arrecadem dinheiro em um país, hospedem comunicações em outro, recebam treinamento em um terceiro, recrutem em um quarto e ataquem um alvo em um quinto, tornando a tarefa de desarticulação ainda mais desafiadora para qualquer nação agindo isoladamente. Diante dessa realidade, a única alternativa eficaz é a cooperação internacional, pois a falta de coordenação entre os países cria brechas exploradas pelos terroristas.

Estratégias e o apelo à defesa civilizada

Diante da escalada do terrorismo de esquerda radical, os Estados Unidos, sob a administração anterior, começaram a construir uma infraestrutura e estratégia para combatê-lo. Isso incluiu a assinatura de um Memorando Presidencial de Segurança Nacional que delineia uma abordagem abrangente para investigar e desarticular redes como o Antifa e seus aliados. O Departamento de Estado designou vários grupos extremistas violentos de extrema-esquerda como organizações terroristas estrangeiras, com a previsão de mais designações. Além disso, foi lançado um programa de recompensas por informações que possam interromper o financiamento dessas organizações, e workshops foram organizados para reunir autoridades policiais americanas e parceiros internacionais para desenvolver estratégias de desmantelamento.

O senador concluiu com um veemente apelo à ação conjunta e à defesa da civilização. Ele ressaltou que, embora seja fácil destruir, a capacidade de construir é uma virtude que os inimigos da civilização não possuem. É imperativo que o mundo civilizado se una, compartilhe inteligência, coordene a aplicação da lei e empregue a asfixia financeira para desmantelar essas redes. A luta contra esse “mal” exige a solidariedade e a determinação de todas as nações que valorizam a liberdade, a invenção e a realização. A história mostra que a cooperação pode prevalecer sobre a escuridão, e a tarefa de esmagar esse mal de uma vez por todas é um dever coletivo.

Para aprofundar sua compreensão sobre os desafios do contraterrorismo e as estratégias em desenvolvimento para proteger nossas sociedades, convidamos você a explorar mais análises e relatórios sobre o tema.

Fonte: https://paulofigueiredoshow.com

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